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sexta 30 setembro 2022

ORÇAMENTO PARTICIPAVIVO DAS ESCOLAS

 LOGO COR-02 6

Programa

PROGRAMA
Os estudantes do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário vão poder decidir quais as melhorias a introduzir nos seus estabelecimentos de ensino, de uma forma democrática, no âmbito do Orçamento Participativo das Escolas.
Através desta medida, pretende-se dar voz aos alunos e resposta às suas necessidades e interesses, assim como promover a sua participação cívica. Para tal, as escolas devem abrir procedimento para apresentação de propostas até ao final de janeiro e auxiliar os estudantes no seu desenvolvimento e apresentação até ao final de fevereiro.
Para serem votadas, as medidas devem ter em conta o montante atribuído a cada escola e contar com o apoio de, pelo menos, 5% dos estudantes. As propostas devem ser votadas pelos estudantes no dia 24 de março e adotadas em 2018.
O Orçamento Participativo das Escolas foi anunciado no âmbito do Conselho de Ministros temático, dedicado ao Dia do Estudante, a 24 de março de 2016.

CALENDÁRIO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLA
O Orçamento Participativo da Escola tem a seguinte calandarização:
1. Desenvolvimento e apresentação propostas: >> 25 de fevereiro de 2022;
2. Divulgação e debate das propostas: >> de 04 a 18 de março de março de 2022;
3. Votação das propostas: >>  24 de março de 2022;
4. Divulgação dos resultados: >> até cinco dias úteis após a votação;
5. Planeamento da execução: >> até ao final de maio;
6. Execução da medida: >> até ao final do respetivo ano civil.

COODENADORES LOCAIS
Escola Secundária de Latino Coelho, Lamego

Escola Básica de Lamego
Manuela Rocha Mariano

APOIO
> Projeto | > Regulamento | > Apresentação | > Ficha de inscrição | > Materiais

Informações

INFORMAÇÕES
O QUE É NECESSÁRIO PARA A MINHA PROPOSTA SER ELEGÍVEL?
São consideradas elegíveis as propostas que cumulativamente reúnam as seguintes condições:
- Não excedam o montante orçamental;
- Possa ser executada durante o presente ano civil;
- Identifiquem, claramente, uma melhoria pretendida na escola, através da aquisição de bens e/ou serviços que sejam necessários ou convenientes para a beneficiação do espaço escolar e/ou da forma da sua utilização ou destinados a melhorar os processos de ensino aprendizagem e do qual possam beneficiar ou vir a beneficiar toda a comunidade escolar;
- Tenham o apoio expresso de 5% dos estudantes do 3º ciclo e do ensino secundário da escola.
Não são consideradas propostas que apenas beneficiem o grupo de alunos que as apresentam, que esgotem a sua finalidade no ano em que são implementadas (exemplo: visita de estudo para a turma x;....) ou que sejam contrárias à lei.

A MINHA PROPOSTA PODE SER A ORGANIZAÇÃO DE UM EVENTO
Sim, se o evento tiver impactos educativos relevantes e beneficiar a generalidade da comunidade escolar.

É OBRIGATÓRIO APRESENTAR UMA PROPOSTA ELABORADA E ORÇAMENTADA?
Sim. A proposta deve ser clara e prever os custos que terá a sua execução. No início de março, cada escola deve promover uma reunião entre a coordenação local do Orçamento Participativo da Escola e os proponentes das várias propostas, no sentido de clarificar e ajustar as propostas aos recursos providenciados no Orçamento Participativo da Escola, sendo possível, nesta fase, o aperfeiçoamento, a fusão ou a desistência de propostas.

POSSO APRESENTAR MAIS DO QUE UMA PROPOSTA?
Não, cada estudante só pode apresentar uma proposta, individualmente ou em grupo (máximo cinco estudantes). Ou seja, apenas pode ser proponente de uma proposta. No entanto, um estudante pode apoiar várias propostas, caso entenda que essas propostas devem ser apresentadas, discutidas e submetidas a votação.

POSSO APOIAR MAIS DO QUE UMA PROPOSTA?
Sim. Os estudantes podem apoiar várias propostas, caso considerem que essas propostas são úteis para a melhoria da escola, devendo ser discutidas e levadas a votação. No entanto, no momento do voto, apenas poderão votar na proposta da sua preferência.

A MINHA PROPOSTA TEM QUE SER NECESSARIAMENTE UM INVESTIMENTO/OBRA?
Não, podem apresentar-se ao Orçamento Participativo da Escola projetos imateriais, se beneficiarem a comunidade escolar como um todo. Pode ser, por exemplo, a compra de um equipamento para a escola de que todos os alunos possam beneficiar, ou a realização de um evento que traga à comunidade escolar uma melhoria das aprendizagens.

O QUE É O ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS?
O Orçamento Participativo das Escolas é um processo estruturado em várias etapas e que garante aos alunos a possibilidade de participarem ativamente no desenvolvimento de um projeto que contribua para a melhoria da sua escola, de acordo com as suas preferências, necessidades e vontades. O Orçamento Participativo das Escolas cria, portanto, um mecanismo que permite aos alunos envolverem-se, ativamente, na melhoria das vivências ou dos processos de aprendizagem da sua escola, fomentando o espírito de participação e de cidadania e valorizando a sua opinião em decisões que os afetam diretamente. Ao mesmo tempo, estimulam-se as suas escolhas responsáveis, a sua familiaridade com os mecanismos do voto e a sua participação na concretização da execução das escolhas efetuadas.

QUEM PODE PARTICIPAR?
Alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário que frequentem estabelecimentos públicos de ensino.

QUAL É O MONTANTE DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA ESCOLA?
O montante do Orçamento Participativo da Escola é:
* € 500, no caso de estabelecimentos de ensino com menos de 500 alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário.
ou
* O valor equivalente a € 1 por cada aluno do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, no caso das escolas com mais de 500 alunos.

QUAIS SÃO OS OBJETIVOS DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS?
Os objetivos do Orçamento Participativo das Escolas são:
* Estimular a participação democrática dos estudantes, valorizando as suas opiniões e a sua capacidade argumentativa, reflexiva e de mobilização coletiva, assim como o seu conhecimento prático de alguns mecanismos básicos da vida democrática;
* Combater o défice de confiança e o afastamento dos cidadãos, sobretudo os mais jovens, relativamente às instituições democráticas;
* Reforçar a gestão democrática das escolas, assim como a identificação e a responsabilidade dos estudantes relativamente à escola que frequentam;
* Contribuir para as comemorações do dia do estudante.

COMO POSSO OBTER ESCLARECIMENTOS ADICIONAIS SOBRE O ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS?
A nível local, a Direção do Agrupamento de Escolas ou Escola não Agrupada deverá responder às dúvidas da comunidade escolar, podendo delegar, em cada estabelecimento de ensino, esta tarefa num professor nomeado para a função de coordenador local da iniciativa.
A nível nacional, poderá consultar a página sobre o Orçamento Participativo das Escolas no sítio da DGEstE e contactar, diretamente, os serviços da DGEstE, através do endereço eletrónico Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. .

Propostas

PROPOSTAS
COMO POSSO APRESENTAR UMA PROPOSTA?
Cada proposta pode ser apresentada ao diretor da escola/agrupamento ou ao coordenador local do Orçamento Participativo da Escola, presencialmente ou através de correio eletrónico, para um endereço definido pela escola para o efeito, até ao final de fevereiro. Cada proposta de Orçamento Participativo da Escola deve ser subscrita, individualmente, por um estudante proponente, ou em grupo, por um máximo de 5 estudantes proponentes e deve ser apoiada por, pelo menos, 5% dos estudantes com direito de voto, através da indicação do nome completo, número de estudante e assinatura de cada um desses estudantes. As propostas devem ser contidas num texto até 1000 palavras, com ou sem imagem ilustrativa, onde se deve referir expressamente a sua compatibilização com outras medidas em curso na escola e a sua exequibilidade com a dotação local atribuída ao Orçamento Participativo da Escola. 

POSSO APRESENTAR UMA PROPOSTA? QUEM PODE APRESENTAR PROPOSTAS?
Podem apresentar estudantes do 3º ciclo do ensino básico ou do ensino secundário, em qualquer das vias de ensino, individualmente ou em grupo, num máximo de 5 estudantes. Quem apresenta uma proposta, individualmente ou em grupo, designa-se proponente.

POSSO APRESENTAR UMA PROPOSTA PARA QUALQUER ESCOLA?
Não. Os estudantes apenas podem apresentar e apoiar propostas para a escola que estão a frequentar.

PODEM APRESENTAR PROPOSTAS OS ALUNOS EM TODAS AS MODALIDADES E VIAS DE ENSINO?
Sim, desde que essas modalidades e vias de ensino sejam orientadas para jovens e correspondentes ao 3º ciclo do ensino básico ou ao ensino secundário. Por exemplo, qualquer estudante de um curso profissional, cursos de educação e formação ou curso vocacional pode ser proponente e/ou apoiante de uma proposta. Já os formandos em ofertas de educação de adultos não podem.

QUEM SÃO OS ESTUDANTES PROPONENTES? QUAIS OS SEUS DIREITOS E RESPONSABILIDADES?
Os estudantes proponentes são aqueles que apresentam uma proposta, individualmente ou em grupo (máximo: 5 estudantes). Estes estudantes devem elaborar a proposta, divulgá-la aos colegas e recolher o nome completo, número de estudante e assinatura dos colegas que apoiam a sua proposta (mínimo: 5% dos estudantes do 3º ciclo e/ou ensino secundário). Depois disso, devem apresentar por escrito a proposta e o documento com os dados recolhidos dos apoiantes à direção da escola ou ao coordenador local do Orçamento Participativo da Escola até ao final de fevereiro.

AS ASSOCIAÇÕES DE ESTUDANTES PODEM APRESENTAR PROPOSTAS?
Não, cada proposta deve ser obrigatoriamente apresentada de forma individual ou em grupos no máximo de 5 estudantes. Ainda assim, como estudantes, os membros das associações podem ser proponentes e/ou apoiantes de propostas. Além disso, as associações de estudantes podem envolver-se na divulgação da iniciativa e na organização de debates acerca das diferentes propostas.

QUAL O VALOR MÁXIMO DE CADA PROPOSTA?
O valor máximo de cada proposta deve ser o Orçamento Participativo da Escola de cada escola, ou seja:
- O resultado da multiplicação de € 1 por cada aluno do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário que frequente o referido estabelecimento de ensino;
- Ou € 500, no caso de estabelecimentos de ensino com menos de 500 alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário.

EXISTE UM VALOR MÍNIMO PARA AS PROPOSTAS?
Não, não há limite mínimo, desde que a proposta cumpra os requisitos definidos no regulamento. Em todo o caso, é importante considerar que tem que ter implicações orçamentais. Ou seja, tem que ter custos para a escola. Caso os estudantes tenham uma proposta para melhorar a escola sem custos, esta pode ser apresentada à Direção da escola ou agrupamento, mas não se integra no processo do Orçamento Participativo da Escola.

A MINHA PROPOSTA VAI A VOTAÇÃO TAL COMO A APRESENTO?
No início de março, cada escola deve promover uma reunião entre a coordenação local da medida e os proponentes das várias propostas. Nesta reunião, podem ser feitas clarificações e ajustamentos das propostas aos recursos providenciados por esta medida e às próprias condições e projetos da escola, sendo possível, nesta fase, o aperfeiçoamento, a fusão ou a desistência de propostas. Eventualmente, após a busca de soluções com os proponentes, caso a Direção da escola/agrupamento ou a coordenação local do Orçamento Participativo da Escola conclua que a medida é manifestamente inviável ou não cumpre a legislação, a proposta pode ser retirada da votação, sendo necessário que se justifique por escrito essa decisão e se divulgue essa justificação a todos os interessados.

QUANTAS PROPOSTAS PASSAM APÓS A ANÁLISE DAS PROPOSTAS PELO COORDENADOR DA MEDIDA?
Não há limite máximo de propostas que podem ser analisadas e levadas a votação

Votação

VOTAÇÃO
QUEM ORGANIZA A VOTAÇÃO E CONTA OS VOTOS?
A organização da votação deve ser definida pelo diretor ou coordenador local, sugerindo- -se que seja organizada numa comissão e composta por um Professor e um conjunto de estudantes, designados pelo Conselho Geral da Escola/Agrupamento. É recomendável que esses estudantes não sejam proponentes e que representem diferentes setores da comunidade estudantil do 3º ciclo e do ensino secundário. Essa Comissão deve zelar para que a votação decorra de forma tranquila, no local e horário anunciados para o efeito, e que todos os estudantes do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário possam votar sem intromissões e sem ser conhecido o seu voto. Deve também ser garantido que apenas os estudantes com este perfil votam e que o fazem apenas uma vez. Esta comissão é ainda responsável por contar os votos, depois de terminado o horário de voto, e anunciar à coordenação local do Orçamento Participativo das Escolas os resultados finais.

POSSO VOTAR?
A votação ocorrerá, presencialmente, na escola, de preferência no Dia do Estudante (24 de março), num horário e local que deverá ser definido e anunciado com antecedência a todos os estudantes. Caso não seja possível a realização no dia 24 de março, o coordenador local poderá anunciar a sua realização no dia útil mais próximo dessa data. Esta comissão deve assegurar que a votação ocorre em condições de tranquilidade e que assegure a confidencialidade do voto.

O VOTO É SECRETO?
Sim. A comissão designada pelo coordenador do orçamento participativo da escola para organizar e proceder à contagem dos votos deve garantir que, no momento do voto, cada estudante pode votar na proposta da sua preferência, de forma tranquila e individual, sem interferências ou perturbações, e que não seja possível conhecer o voto de cada estudante, mas apenas a soma final dos votos em cada uma das propostas.

SE APOIEI UMA PROPOSTA TENHO QUE VOTAR NELA?
Não, necessariamente. Todos os estudantes são livres de votar na proposta que consideram mais importante e útil para a escola, mesmo que tenham nas semanas anteriores apresentado ou apoiado outras propostas.

QUANTAS VEZES SE PODE VOTAR?
Cada estudante só pode votar uma vez e no Orçamento Participativo da Escola da escola em que está inscrito. Por isso, é fundamental que conheça e discuta nos dias anteriores as várias propostas, de forma a refletir e a votar na proposta que considera mais útil e importante para a sua escola.

Financiamento

FINANCIAMENTO E GESTÃO LOCAL
QUEM FINANCIA O ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS?
O Orçamento Participativo das Escolas é financiado pelo Orçamento de Estado, devendo a dotação de cada escola ser atribuída em função do número de estudantes do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário que a frequentem. O orçamento disponível deve ser solicitado pela escola aos serviços centrais do Ministério da Educação, nomeadamente através do Instituto de Gestão Financeira da Educação. Adicionalmente, a escola pode atribuir um financiamento suplementar ao seu Orçamento Participativo, a partir das suas receitas próprias.

QUE PROPOSTAS SÃO FINANCIADAS?
O Orçamento Participativo da Escola deve sempre financiar a proposta mais votada. Caso esta não esgote o Orçamento Participativo da Escola, deve ser ponderada a possibilidade de financiar a segunda proposta mais votada e assim sucessivamente. Fora do âmbito do Orçamento Participativo da Escola, as escolas, através de receitas próprias ou a própria comunidade educativa podem sempre adotar outras propostas que não tenham sido as mais votadas, mas que considerem ser úteis para a melhoria da escola.

E SE O VALOR CORRESPONDENTE A CADA ESCOLA NÃO SE ESGOTAR TODO NA PROPOSTA VENCEDORA?
Se o custo da execução da proposta mais votada ficar aquém do valor previsto para o Orçamento Participativo da Escola, e for inviável a execução da seguinte proposta mais votada, o valor remanescente não deve ser considerado, nem requerido ao Instituto de Gestão Financeira da Educação.

E SE NÃO HOUVER PROPOSTAS, A ESCOLA RECEBE O VALOR PARA O ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS?
Não. O valor a receber depende da requisição ao Instituto de Gestão Financeira da Educação por parte das escolas para execução da proposta vencedora.

QUEM É O COORDENADOR DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA ESCOLA?
A nível local, cada escola é responsável pelo seu Orçamento Participativo. Assim sendo, o coordenador do Orçamento Participativo da Escola é o Diretor da Escola (ou, no caso de escolas agrupadas, o Diretor do Agrupamento a que pertence a escola), podendo este delegar essa função num professor que nomeie para o efeito. Nos Agrupamentos com várias escolas envolvidas, cada uma delas terá o seu Orçamento Participativo e poderá, caso o Diretor o entenda, ter o seu coordenador local.

QUE PERFIL DEVE TER O COORDENADOR DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA ESCOLA E QUAIS AS SUAS RESPONSABILIDADES?
O coordenador do Orçamento Participativo da Escola pode ser o diretor ou qualquer professor da escola por ele designado. O importante é ter a capacidade e disponibilidade para o seguinte:
- Conhecer os objetivos e os regulamentos da medida;
- Zelar pelo cumprimento das várias etapas do processo, de acordo com os seus objetivos e regulamentos;
- Difundir informação e esclarecer dúvidas sobre a medida na comunidade educativa;
- Mobilizar os estudantes para o desenvolvimento, apresentação e discussão das propostas;
- Dirimir conflitos que possam advir deste processo.

QUE TEMPOS (CURRICULARES E EXTRACURRICULARES) A ESCOLA PODE/DEVE DEDICAR A ESTA INICIATIVA?
O Orçamento Participativo da Escola não deve perturbar o normal funcionamento da escola. Contudo, a escola deve disponibilizar, a todos os estudantes a quem se aplica, a medida informação que lhes permita participar, em cada uma das etapas do processo, assim como apoio ao desenvolvimento e debate de propostas. No quadro da sua autonomia, as escolas deverão equacionar qual a melhor forma de o fazer. Importa lembrar que o Orçamento Participativo da Escola constitui uma importante experiência de educação para a cidadania, estando esta prevista nas orientações curriculares, pelo que a escola poderá mobilizar tempos curriculares adscritos a esta área. A escola pode, igualmente, mobilizar os Diretores de turma para um trabalho de proximidade e acompanhamento com os estudantes de cada uma das turmas. A escola pode, ainda, criar ou apoiar o desenvolvimento de atividades extracurriculares, organizadas por professores e/ou por estudantes, de participação voluntária, que visem o esclarecimento de dúvidas, o apoio ao desenvolvimento e a discussão das propostas.

AS PROPOSTAS DEVEM SER PRODUZIDAS (OU ARTICULADAS) COM PROJETOS NA ÁREA DA CIDADANIA, DO EMPREENDEDORISMO, ETC.?
Não, necessariamente. As propostas podem resultar apenas da vontade e apoio dos estudantes. Contudo, se existem projetos, na escola, com estas valências, poderão constituir uma oportunidade para que as propostas dos estudantes sejam estruturadas e amadurecidas, adquirindo maior qualidade, relevância e viabilidade. Estes projetos podem, portanto, ser espaços importantes no desenvolvimento destas propostas, desde que se mantenha o princípio base de que as propostas são concebidas pelos estudantes e resultam da sua vontade.

Medidas

MEDIDAS

ESCOLA SECUNDÁRIA DE LATINO COELHO, LAMEGO

Proposta 1 - Pedalar na Escola
Proponentes
Ana Margarida M. Silva - 12.ºA, n.º 2
Daniel Gomes Luís - 12.ºA,  n.º 5
David Cruz Pinto  - 12.ºA, n.º 6
Diana Sofia S. Pereira - 12.ºA,l n.º7
João Tomás F. S. O. Rocha - 12.ºA, n.º2

Medida
Com o montante do orçamento participativo, propomos a recuperação do parque de bicicletas existentes na escola, 9 (nove) bicicletas, o que importa aproximadamente em 400 euros.
Com o restante dinheiro, pretendemos adquirir 3 (três) bicicletas, ficando o parque constituído por 12 bicicletas, o que permite implementar atividades ao ar livre, sem carácter competitivo, com uma participação alargada de alunos e a melhoria da nossa qualidade de vida.


ESCOLA BÁSICA DE LAMEGO

Proposta 1 - Aprender com o drone
Proponentes
Ana Beatriz de Fonseca Gouveia - 7.ºD, nº 1
Helena da Silva Gonçalves - 7.ºD, n.º 8
Helena Sofia P. Gonçalves Torres - 7.ºD, n.º 9
Luís Paulo Santos Trindade - 7.º D, n.º 13
Mariana Macedo Martins - 7.ºD, n.º15

Medida
O nosso projeto consiste na compra de uma drone, pois assim podemos realizar trabalhos de uma forma mais criativa e com maior qualidade.
Numa altura em que as diferenças na aprendizagem aumentam devido à pandemia a utilização de um drone pode desenvolver e potenciar as aprendizagens de todos em diversas disciplinas e com diferentes objetivos.
Devemos começar por refletir sobre a forma como o devemos usar com responsabilidade, cumprindo as regras da sua utilização e a lei vigente.
É possível usar o drone para vigiar a escola durante os recreios e evitar situações de bullying e acidentes, ou para observar/estudar as plantas do jardim e avaliar a paisagem do ambiente escolar ao longo das estações do ano, seja através de vídeo ou fotografia. Mas a observação da paisagem também pode ser feita fora da escola e ajudar-nos a aprender História, Ciências, Geografia e até Físico-Química.
Devemos usar a imaginação para tornarmos o drone o mais útil possível, como a participação em exercícios de desastres naturais ou numa caça ao Tesouro.
Durante a nossa pesquisa sobre o uso dos drones na escola encontrámos a ideia da sua utilização nas aulas de Educação Visual, em que usamos tinta, folhas e pincéis para criar objetos personalizados.
O drone será também uma ferramenta importante através de utilização da fotografia e do vídeo para a criação de trabalhos e participação em projetos.
E porque não usá-lo nas visitas de estudo? Será uma boa forma de gravar tudo o que observamos, vivemos e estudamos.

 

Proposta 2 - Sala de apoio interativa
Proponentes
Mariana Carriço Rodrigues - 7.ºC, n.º 14
Yasmim Mirela Mendes Araújo - 7.ºC, n.º 20
Gustavo José Monteiro Coruche -  7.ºC, n.º 8

Medida
O nosso projeto consiste em revitalizar a sala anexa à biblioteca, transformando-a também numa sala de apoio, que pode ser frequentada por alunos que necessitem de ajuda na resolução de atividades e/ou elaboração de trabalhos. A compra de um quadro interativo irá melhorar a sala, na medida em que os alunos podem ser apoiados de uma forma mais criatividade, motivadora e interativa.
Esta sala, equipada desta forma, pode também ser usada pelos professores sempre que necessitem de um quadro interativo com ou sem o uso complementar dos computadores aí disponíveis.
O quadro interativo facilita a utilização de uma diversidade enorme de materiais, da internet, de diversos softwares, a apresentação de vídeos, a apresentação dos trabalhos dos alunos à turma, a manipulação de textos, a possibilidade de guardar o que foi escrito e de rever mais tarde e o recurso a exemplos práticos e reais. O potencial destes quadros é enorme: são de fácil utilização com o dedo ou uma caneta (sem tinta, e por isso não se esgota) e permitem o uso de cor (não há canetas de cor na escola) e imagens, de diferentes sensações, como visuais, auditivas e táteis; a possibilidade de praticar ensino à distância; o encorajamento do pensamento crítico dos alunos; a possibilidade de utilização fácil pelos alunos com dificuldades motoras; a interatividade; a utilização de imagens provenientes de diversos suportes e oportunidade de interação com as mesmas; a facilidade de armazenamento do que é escrito e da sua impressão, permitindo a discussão de ideias, não limitando a aprendizagem à cópia de conteúdos; um elevado impacto visual; criando um efeito teatral na aula. O próprio quadro apresenta uma ampla gama de recursos disponíveis instantaneamente e as apresentações e outros materiais podem ser anotados pelo professor e pelos alunos; envolve os alunos – fazendo-os mover-se a participar e melhorar o comportamento; facilita o mapeamento de conceitos – os itens podem ser movidos facilmente ao redor do ecrã.
Dependendo do custo do quadro, pretendemos comprar material para uso de todos: folhas pautadas, papel cavalinho, lápis, borrachas, canetas, cores, tesouras e/ou outros.
Propomos também a decoração do espaço de uma forma mais alegre como já esteve quando era a sala de convívio.

 

Proposta 3 - Impressora para todos
Proponentes
Mariana Carriço Rodrigues - 7.ºC, n.º 14 Lara Filipa Martins Silva - 7.º E, n.º 9

Medida
O meu projeto consiste na compra de uma impressora A3 ou A4 para a biblioteca onde todos os alunos possam digitalizar imagens e imprimir a preto e branco e a cores.
A impressora é muito importante na nossa aprendizagem pois podemos realizar trabalhos mais interessantes e criativos em suporte digital, que necessitam de ser impressos. Muitas vezes não temos onde os imprimir, pois a atual impressora da biblioteca nem sempre está a funcionar bem ou não tem tinteiros. Isso faz com que muitos alunos, que não têm impressora em casa, não possam entregar os trabalhos em suporte de papel para poderem ser expostos.
Assim propomos a compra de uma impressora multifunções que funcione com pen, para não ser preciso o comutador, e tinteiros compatíveis. Gostávamos de poder oferecer impressões gratuitas enquanto os tinteiros da impressora fossem os comprados com o dinheiro do orçamento participativo. Podemos fazer um cálculo para o número de impressões a preto e branco e a cores a que cada aluno terá direito.
O pedido da impressora A3 deve-se ao facto de, assim, podermos fazer trabalhos/cartazes para expor, pois agora só podemos imprimi-los A4, o que não permite uma boa leitura ao longe.

 

Proposta 4 - Tablets na sala de aula
Proponentes
David João Pereira Bastos - 7.ºC, n.º 3
Gabriel F. Barbosa de Magalhães -  7.ºC, n.º 6
 Kelly Lucas Almeida - 7.º C, n.º 10
Mariana Sofia Soares Costa - 7.º C, n.º15<>

Medida
O meu projeto consiste na compra de tablets que complementem a utilização dos computadores existentes na escola, para que os alunos das várias turmas, em especial aqueles que têm menos condições económicas, tenham um melhor acesso a meios digitais que necessitam para participar nas atividades propostas nas aulas. Os tablets, ao contrário dos computadores, podem ser levados para a sala de aula.
Numa altura em que que foi necessário adaptarmo-nos rapidamente aos meios digitais, os quais podem vir a ser precisos novamente, ainda tenho colegas que não sabem trabalhar muito bem na Teams e no office365. Ao usarem as tecnologias nas aulas, eles podem melhorar as suas competências digitais.
Um outro motivo para eu propor esta compra é o facto de alguns alunos não terem meios para realizar as atividades digitais implementadas pelos professores, como por exemplo Kahoots, Quizizz, testes online, o que obriga a que as realizem em outros formatos que possam ser imprimidos, mas que não são tão divertidos e motivadores para nós.
Com estes tablets conseguimos que mais alunos consigam realizar todas as atividades digitais pedidas pelos professores.
Além disso, a utilização de um meio tecnológico inovador proporciona novas oportunidades de explorar as potencialidades do mundo tecnológico global e, assim, tomar mais apelativas e significativas as nossas aprendizagens; coloca-nos no centro da nossa aprendizagem desempenhando um papel ativo na construção do saber; temos acesso imediato à informação na sala de aula, permitindo, por um lado, uma maior motivação para o cumprimento de tarefas atribuídas pelos professores e, por outro, um alargamento de horizontes por facilitar a participação em iniciativas de âmbito nacional e internacional; reforça as aprendizagens através do acesso a plataformas de recursos educativos e dicionários e apoia também atividades práticas de laboratório (ex.simuladores).

 

 

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CONTACTOS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS LATINO COELHO, LAMEGO
Escola-sede: Escola Secundária de Latino Coelho
Avenida das Acácias 
5100-070 LAMEGO
tel. (+351) 254 612 023  fax. (+351) 254 655 323
url: www.aelc-lamego.pt
fb: www.facebook.com/aelc.lamego
Inst: https://www.instagram.com/latinocoelho_lamego/ 
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